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Spectrum instala Digifort – Samsung para o Sheraton on the Park Hotel na cidade de Sydney (AUS)

Enviado por marcelino - 03/10/2012 - Casos de Sucesso, Geral, Notícias

O integrador Spectrum Security Solutions International instalou câmeras de IP da Samsung e um sistema de gerenciamento da Digifort, rodando nos servidores Digicor no Sheraton on the Park Hotel, da Starwood Hotels and Resorts, em Sydney (AUS)

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Texto original – www.securityelectronicsandnetworks.com.

Tradução – Digifort IP Surveillance Systems.

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Em muitos sentidos, a atualização da solução de monitoramento por vídeo no Sheraton on the Park Hotel é um exemplo perfeito da flexibilidade e poder das soluções de IP, as quais são, sem dúvida, melhor descritas não como um sistema digital de ponta-a-ponta, mas como um híbrido.  Pode até soar como um sacrilégio fazer propaganda da capacidade de soluções IP híbridas, mas o fato é que quando chega a hora de analisar custo e funcionalidade, os híbridos, hoje em dia, fazem muito sentido.

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Híbridos capazes como esse aqui alavancam cabos e câmeras existentes e economizam muito dinheiro para a construção de sistemas de back-end, realmente capazes de sustentar câmeras HD e de megapixels, sem a necessidade de incorporar contradições internas, como resoluções de grandes reduções de armazenamento e taxas de quadros (frame rates) estranguladas.  O híbrido perfeito é um sistema aberto a qualquer futura exigência, bem como ser aberto a todo investimento anterior e essas necessidades definiram a nova solução de monitoramento por vídeo do Sheraton.  Mas enquanto eles coloriam a instalação, a flexibilidade tecnológica do Digifort VMS significou que eles não tiveram impacto algum em sua funcionalidade operacional baseada em IP.

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De acordo com Andrew Smith, engenheiro chefe no Sheraton on the Park, o maior desafio para o hotel é a gravação do tempo de cobertura.  Uma vez que sistema é retrospectivamente usado no evento de incidentes, horas de gravação saudáveis e altas resoluções das câmeras localizadas na fachada do hotel são vitais.  “Temos o requerimento de gravar pelo menos 21 dias em todas as câmeras”, ele explica.  “Tínhamos um antigo sistema de gravação analógica e uma das maiores questões era que a cada 12 meses, os gravadores eram dados embora e isso gerava um grande custo. Custava até $ 7.500 para substituir cada um desses gravadores”.

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“Além de caros, os gravadores analógicos eram continuamente não confiáveis, mas graças à nova tecnologia digital, que foi introduzida pela Spectrum, temos agora uma solução que é de fácil utilização e que nos fornece detalhes muito melhores se comparado ao sistema analógico, e que pode dar conta da necessidade das gravações de 21 dias. Pelo sistema ser investigativo, é também vital que ele entregue imagens boas e nítidas, bem como tenha a capacidade de rapidamente encontrar essas imagens”, diz ele.

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“Há incidentes em hotéis o tempo todo, como hóspedes deixando suas malas dentro do táxi e nossa equipe ter que encontrar as placas desses táxis a fim de contatar as companhias de táxi no intuito de descobrir onde essas malas estão. Com as antigas câmeras analógicas, você perderia horas tentando achar as imagens e descobrir os detalhes, mas com o sistema da Digifort você só tem que selecionar a câmera da árvore de câmeras e trazê-la à tela usando o mouse e então clicar com o botão direito para encontrar todas as opções de gravação. A qualidade de imagem é excelente também”.

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“A cobertura inclui o lado das chegadas e saídas da via de acesso. Isso nos permite buscar avarias nos veículos se o hospede crê que manobrista tenha causado as mesmas. É uma informação útil e temos sido capazes de resolver um número de casos graças à alta resolução das imagens que agora obtemos”. Em relação a escorregões e tropeços, Smith diz que a área de cobertura da câmera inclui áreas vitais em frente ao hotel, onde eles apoiam atividades físicas proativas como corrimões e pastilhas antiderrapantes as quais foram projetadas para aumentar a segurança dos hospedes.

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“O outro lado do monitoramento do hotel é a identificação de pessoas de interesse”, diz Smith.  “Muitas pessoas ingressam ao hotel a pé e nós passamos as imagens, as quais foram obtidas do sistema de monitoramento, às nossas equipes a fim de permitir que eles analisem as intenções dessas pessoas – compartilhamos essas informações com outros hotéis também. Usando essas filmagens, fomos capazes de apreender criminosos não somente nesse hotel, mas em outros hotéis também. Obviamente, quanto melhor a qualidade da informação obtida, mais útil será essa informação. O novo sistema também nos dá o potencial para melhorias significativas incluindo o reconhecimento do número de placas, reconhecimento facial e outras coisas que podemos incorporar com o tempo. Enquanto nosso sistema atual ainda não tem essas capacidades, nós agora temos a capacidade de entrar na próxima geração”.

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A solução Digifort – O coração da solução de monitoramento no Sheraton on the Park é o Sistema de Monitoramento IP da Digifort versão 6.6 e vale a pena dar uma rápida olhada na natureza desse sistema antes de passarmos à instalação.  Distribuído localmente pela EOS Austrália, Digifort é um sistema de gerenciamento de vídeo para ambientes TCP/IP que incorpora funções principais como gravação de imagens, monitoramento de imagens, mapas sinópticos, controle de PTZ, exportação de vídeo, alertas e eventos, e administração. Esse sistema é acessível, robusto e intuitivo e oferece camadas de funcionalidade muito frequentemente através de um único clique do mouse.  O foco do Digifort é a simplicidade e velocidade da operação.  Isso o torna ideal para o Sheraton on the Park, o qual não possui operadores dedicados, mas sim equipes administrativas autorizadas com senhas que as permite acessar partes do sistema quando necessário.

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A arquitetura cliente/servidor da Digifort permite monitoramento local e remoto, funcionalidade que é regularmente usada pela gerência do Sheraton quando estão distantes do hotel.  O Sheraton on the Park também utiliza a capacidade do sistema para gravações redundantes, gravação de failover e administração automática de disco, aumentando a confiabilidade. Outros itens de funcionalidades úteis incluem o Digifort Evidence, um módulo opcional que permite a classificação e documentação de eventos que ocorreram no sistema de monitoramento, incluindo o arquivamento e organização de filmagens e de quaisquer arquivos relacionados à ocorrência para uma análise posterior, bem como a geração de relatórios administrativos e estatísticos.

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Os seguintes itens estão integrados: vídeo analíticos da UDP Technologies, incluindo Entrada/Saída de Zona, Aparecimento\Desaparecimento de Zona, Permanência, Adulteração, Excesso de Velocidade, Parada, Carona, Direcional e Contagem de Objeto.  A Digifort analisa os metadados desses dispositivos e então pode estabelecer e disparar eventos, bem como fornecer emissão de relatórios de funcionalidade. O reconhecimento de placas usa a livraria Carmem como fonte.  Você pode estabelecer armadilhas para números detectados e disparar eventos.  Analíticos de vídeo e LPR ainda não estão sendo usados no Sheraton on the Park, mas de acordo com Smith, eles estão planejados para o futuro.

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A instalação – O Sheraton on the Park tem aproximadamente 20 anos e possui risers internos ocupados e todos os cabeamentos legados e respectivos componentes que você esperaria encontrar em um prédio de 24 andares desse tamanho.  Um elemento chave da instalação foi encontrar espaço para o cabeamento nas bandejas e risers lotados e mais importante, os identificar claramente.  Mas há outros desafios em assumir uma instalação em um hotel em funcionamento, como Smith rapidamente menciona.  Antes de qualquer coisa, é uma área enorme, com 24 andares e 42 quartos por andar.  E é movimentado, onde pode haver 1100 ou mais hóspedes em um dia ocupado.

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“Somos uma operação de 24 horas por dia, sete dias por semana, portanto tivemos que escolher nossos dias e grande parte do trabalho de instalação foi feito após o horário comercial para que não causasse impacto em áreas como a foyer do hotel,” ele explica.

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“Durante o dia era uma boa hora para ter acesso aos corredores nos andares de hóspedes uma vez que nesse horário os hóspedes não estão em seus quartos. O upgrade total levou aproximadamente quatro semanas e isso foi levado pela maneira com a qual o hotel funciona – os instaladores tiveram que trabalhar conosco. Dessa forma fizemos algumas partes durante o dia em algumas áreas do hotel e outras coisas eram feitas em outros locais. Eu creio que parte do trabalho na via de acesso de veículos foi feita às 4 horas da madrugada para minimizar o risco proveniente do tráfego. A Spectrum nos avisou com antecedência e coordenamos os horários em conjunto”.

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Eddie Dagher da Spectrum concorda que o tempo foi o desafio principal para os instaladores, como havia a necessidade de manter as equipes de instalação pequenas. “O tempo foi o real desafio para nós – trabalhar à noite. Tínhamos duas equipes distintas – uma equipe diurna e outra noturna”, diz ele. “As equipes eram limitadas a quatro pessoas cada uma vez que não queria lotar o hotel com técnicos. Não houve reclamações e nenhum problema, bem como a instalação ocorreu tranquilamente o tempo todo”.

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A natureza da instalação física é moldada pelos armários de switches, com dois localizados em cada andar, incluindo as áreas da fachada do hotel.  Esses estão conectados ao rack do sistema de monitoramento na sala de rede através de cabos Cat-6.  Câmeras analógicas acessam os switches locais via codificadores, enquanto as câmeras de HD e de megapixel das áreas da fachada do hotel são PoE e se conectam a rede via cabo azul.  Nenhuma das conexões entre os switches é maior que 100 metros.

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“Obviamente para trocar cada uma das câmeras no hotel por câmeras IP teria sido um enorme gasto, portanto na primeira fase de nosso upgrade, identificamos as áreas onde a informação é usada em 90 por cento do tempo e instalamos câmeras de megapixel e de 720p HD nesses locais. Mantivemos as câmeras analógicas na parte traseira do hotel onde a informação não é tão vital – conhecemos todos os funcionários e podemos reconhecê-los facilmente com as câmeras analógicas existentes. Nós também colocamos novas câmeras IP em todos os andares do hotel – muito embora já tenhamos segurança por cartão magnético para portas e elevadores, pois um hóspede pode ser seguido até seu andar”, explica Smith.

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“Portanto, houve desafios em relação à baixa luminosidade, forte luz traseira ou florescimento e manchas provenientes de luminárias, luz do sol ou faróis de veículos durante a instalação? Não, nenhum. Não nos confrontamos com nada disso. Não tivemos problemas com baixa luminosidade ou luz traseira dentro ou fora do hotel. A iluminação aqui é muito boa. Todas as câmeras novas de IP que instalamos foram do tipo dia/noite, portanto elas se ajustam se o nível de luminosidade cair, mas há suficiente luz para operação colorida o tempo todo”, diz Dagher.

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Essa é uma instalação de bom tamanho, eu penso enquanto sigo Smith e Dagher pelo hotel até a sala de rede.  Há 60 câmeras analógicas, sendo grande parte delas da Samsung e Bosch, e 65 câmeras IP da Samsung, incluindo 3MP Samsung 7080 IP65 com domo antivandálico e câmeras 720p HD internas com domo, sendo todas elas unidades fixas com zoom digital. As câmeras 3MP visualizam o acesso de veículos principal onde há a maior parte do tráfego a pé e de veículos, enquanto as câmeras no resto do hotel são todas de 1.3 megapixels – ou seja, 720p HD.

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A rede – Como era de se esperar, os elementos de rede desse sistema requereram grandes cuidados e atenção, e em muitos momentos durante a instalação, houve suporte local e remoto da EOS, da Digifort, do fornecedor do servidor Digicor e da equipe de TI do hotel. “Essa não foi nossa primeira instalação do sistema da Digifort, nada de dramático relacionado à rede ocorreu”, diz Dagher.  “A EOS veio e nos deu algum suporte quando estávamos montando os servidores uma vez que essa é uma solução de servidor maior do que havíamos feito anteriormente. Queríamos que estivessem presentes não termos complicações – eles são ótimos e foi fantástico ter trabalhado com eles. Recebemos também bom suporte da equipe de TI do Sheraton on the Park”.

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De acordo com Smith, a rede no Sheraton on the Park é protegida e fortemente amparada com energia de backup.  “É uma sub-rede com acesso restrito a algumas áreas. Há uma UPS apoiando a cabeça de rede e geradores para suporte”. Dagher concorda. “Sim, é muito restrito – o departamento de TI do hotel projetou o sistema de monitoramento por IP para estar em uma rede dedicada.” “É muito seguro e acesso ao mesmo é estritamente controlado”, ele explica. “Ao mesmo tempo ele é também projetado para permitir o próximo passo, portanto não é limitado em arquitetura.” Se o hotel quiser adicionar mais câmeras ou servidores, ele pode, pois planos de expansão já existem”.

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“Por exemplo, nesse exato momento eu posso acomodar outra câmera de 20 megapixels nos servidores sem esforço algum. E se o hotel decidir partir para um reconhecimento facial ou reconhecimento de placa de veículos, nós temos a capacidade de facilmente fazê-lo.” Dagher diz que uma das boas coisas sobre a Digifort inclui ser capaz de acessar seus projetistas. “Se o hotel necessita adicionar uma câmera que não se integra ao sistema, a Digifort o fará por nós. O sistema já acomodará qualquer câmera de alta qualidade, mas se optarmos por usar uma marca de menor custo no futuro, eles farão a integração para nós”.

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Como parte de nosso tour do hotel, visitamos a sala dos servidores.  Ficando frente a frente com o rack do servidor, não há muito a ser visto.  É uma instalação muito compacta.  Há 03 servidores RAID-5 da Digicor, cada um com 24 baias, com todos servidores e baias projetadas para serem trocadas no evento de uma falha.  Montado acima do rack está o switch principal do sistema.  É tudo muito simples e direto para um sistema de médio porte com 125 câmeras.  Dei uma olhada atrás dos racks.  Ter as câmeras conectadas a switches fora da sala de rede não torna as coisas organizadas quando se trata de cabeamento – tudo que consigo ver é energia e um punhado de cabos de rede.

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O verdadeiro ponto forte do sistema são aqueles enormes servidores da Digicor, os quais foram especialmente construídos para essa aplicação e são projetados para ligar com grandes cargas enquanto oferecem gravações redundantes.  E eles precisam ser poderosos, dado o alto índice de quadros, qualidade das resoluções e a necessidade de reter as gravações por 21 dias.  No Sheraton on the Park o sistema grava toda a via de acesso, foyer e a fachada do hotel em resolução completa de 3MP ou 720p HD em 12-15 quadros, enquanto a parte detrás do hotel é D1 com todas as câmeras analógicas gravando a 10 quadros por segundo.  As câmeras de 720p HD nos diferentes andares do hotel gravam por movimento a fim de reduzir a demanda de armazenagem em áreas de baixo tráfego.

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A sala de controle – A característica central do sistema de monitoramento do Sheraton on the Park a partir de um ponto de vista operacional é que ele é uma ferramenta investigativa e isso quer dizer que a estação de trabalho de monitoramento é automatizada a menos que seja necessário. “Nós não temos uma equipe de segurança dedicada aqui tomando conta do monitoramento”, explica Smith.  “Nossa segurança é somente durante a noite e a segurança é feita pela nossa equipe durante o dia com membros relevantes da equipe com diferentes níveis de acesso ao sistema através de senhas”.

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“Alguns podem visualizar certas câmeras, gerentes sênior podem gravar eventos. Isso é uma boa coisa sobre o sistema – podemos designar diferentes níveis de acesso – nem todos podem simplesmente brincar com o sistema. Adicionalmente, equipes autorizadas podem visualizar gravações de casa também.” A estação de trabalho do sistema de monitoramento é construída em torno de diversos grandes monitores de LCD e um número de monitores menores montados na parede num espaço retangular.  Todos esses monitores são legados, mas continuam fazendo um bom trabalho.  O plano é ter três grandes telas para substituir esse grupo de monitores como parte do próximo upgrade.

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Para ter uma noção do desempenho do sistema em tempo real, usamos o sistema para observar as áreas onde há muitas câmeras de IP, incluindo a via de acesso e a área do foyer.  Cobertura com somente um punhado de câmeras externas é excepcional e a resolução é ótima.  Quando Dagher exibe a resolução completa das imagens na tela principal, a profundidade do campo oferecida por essas câmeras realmente brilha.  Esse é um local amplo, como sempre são as entradas de hotéis, e eu posso ver como seria fácil usar o sistema para reconhecimento de número de placas e todo o tráfego passando pela via de acesso usando essas grandes 3MP Samsung 7080s combinadas com o digital zoom da Digifort.  A grande 3MP câmera está apontada em direção à via de acesso através da frente do prédio, obtendo reconhecimento facial em toda a cena.

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A imagem é de um ângulo bem aberto – ela foi esticada para cobrir todo o espaço.  A cena mostra a escadaria principal, bem como a calçada em direção à entrada.  É um dia claro lá fora e a área fora da via de acesso coberta está comparativamente iluminada, mas ainda é possível ver os veículos e pedestres ao sol – não é fácil para uma câmera megapixel alcançar esse desempenho.  Dagher me diz que a lente na câmera que estamos visualizando é de 5-70 mm, o que é uma lente de tamanho incrível e capaz de ver muito além do que a largura dessas enormes instalações.  Ela faz um bom trabalho e facilmente suportaria LPR, em minha opinião.

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“Uma lente com essa capacidade quer dizer que eu posso ir até o outro lado da via de acesso se eu assim desejar, mas estamos nos concentrando no caminho de acesso e o número das placas dos veículos que estão entrando”, diz Dagher.  Há também câmeras HD de 720p posicionadas para registrar hóspedes e visitantes ingressando pela entrada principal e outras câmeras cobrindo as transações financeiras, a entrada ao restaurante, e o lobby do elevador.  Ao olharmos as filmagens das câmeras no foyer, Dagher clica duas vezes na cena para obter uma filmagem em alta resolução e seleciona uma área na cena para ativar o zoom digital.  As imagens são fortes – muito superiores às de uma câmera analógica.  Mostrando-me essas, Dagher manuseia o sistema usando o mouse, mas há um teclado da Digifort na mesa, o qual tem toda a funcionalidade dos controles na tela.

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“Nesse momento, temos quatro vídeos streams de 3MP sendo exibidos na tela principal – no futuro teremos 12 telas”, explica Dagher.  “Câmeras podem ser designadas a qualquer monitor de sua escolha – você simplesmente os escolhe da árvore de câmeras”.  Em um primeiro momento, as imagens não aparentam ser tão nítidas quanto eu esperaria ser com câmeras megapixel, mas Dagher rapidamente me mostra a razão. As imagens estão sendo exibidas em 640 x 480 para o propósito de um monitoramento geral enquanto a gravação está sendo feita em resolução completa.

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“Um grande recurso do sistema é que ele exibe em resoluções mais baixas a fim de reduzir a carga no servidor e se você clicar duas vezes em uma imagem, ela aumentará a resolução de 640 x 480 pixels para 2048 x 1536 pixels”, ele explica.  “Todas as câmeras estão configuradas dessa forma, queríamos assim”.  “A EOS veio e nos deu algum suporte quando estávamos instalando os servidores porque é uma solução de servidor maior do que nós havíamos feito no passado. Queríamos que eles estivessem lá para não termos complicações – eles são ótimos e foi fantástico trabalhar com eles”.

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Ao observar o Digifort VMS e notando detalhes de sua interface, percebo que há um indicador que exibe a carga de trabalho do processador do servidor.  Ela está suavemente operando em aproximadamente 10% da potência.  O Digifort oferece um simples e bonito layout, eu penso.  A árvore das câmeras está na parte inferior direita ao invés da esquerda e nesse sistema a numeração das câmeras torna a identificação daquela sendo visualizada mais fácil.  Há um painel de controle acima da árvore que permite controle de PTZ e de controle de posicionamento (jog shuttle).  Quando você muda para tela inteira ao visualizar gravações de filmagens existentes, uma linha do tempo aparece na parte inferior do visualizador de tela inteira enquanto grandes ícones, que permitem funções como exportar, imprimir, busca de movimento e filtros de imagens, aparecem à direita.

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O ponto forte do sistema que Dagher me mostra é a funcionalidade PTZ digital, a qual foi projetada pela Digifort especificamente para câmeras megapixel.  A função permite o desenho de áreas de zoom na imagem de pré-visualização.  O Digifort pode também colocar a mesma câmera na tela do monitor por diversas vezes, mesmo se a imagem está sendo gravada somente uma vez, e então usar o zoom digital para analisar múltiplas áreas na imagem dividida.  É um recurso brilhante para a via de acesso de um grande hotel como esse com suas múltiplas câmeras 3MP, e Smith diz que a equipe usa o PTZ Digital o tempo todo.

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Muito bom também é o fato do sistema lembrar a posição de um zoom digital para que mais tarde, quando você voltar a uma visualização salva, você possa ver os múltiplos pontos de interesse em uma cena mais ampla, a qual você nomeou e salvou mais cedo. Em um dentro um número de recursos intuitivos, a árvore de câmeras também indica movimento – o ícone da câmera que está registrando o movimento se tornará amarelo e um indicador de gravação vermelho, ao lado da câmera, se ela estiver gravando.  É uma funcionalidade simples, mas muito genial.

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Outro recurso oferecido pelo Digifort é a capacidade de clicar com o botão direito uma vez em uma visualização de câmera e instantaneamente pular a uma reprodução de 30 segundos atrás, um minuto atrás, cinco minutos atrás, etc. Na realidade, há uma lista inteira de intervalos pré-definidos aos quais você pode pular ao clicar com o botão do mouse ou você pode especificar um intervalo.  A seguir, olhamos uma câmera que está visualizando o portão com cancela de acesso ao estacionamento – é uma ótima imagem com excelente profundidade de campo e boa rendição de cor.  Um veículo entra em seguida.

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“Você pode ver que o número da placa está bem claro e a imagem é excelente”, explica Smith. “Se alguém forçar o portão da cancela, podemos ver exatamente quem são.” A seguir damos uma olhada em volta da plataforma de carregamento, a qual está iluminada por luz fluorescente.  A câmera HD de 720p que visualizamos nos dá grande profundidade de campo internamente, não há nenhuma manchas escura, nenhum florescimento vindo das luzes.  Ao observar Dagher trabalhando, eu observei que é um sistema simples de se usar.  “Sim, é muito fácil de usar,” concorda Dagher.  “Leva somente cinco minutos para treinar alguém a operá-lo”.

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Conclusão – Conversando com Smith e Dagher na escadaria do hotel ao término de meu tour, minha predominante impressão era que esse upgrade havia dado muito certo, que todas as expectativas haviam sido preenchidas, e que o sistema estava funcionamento como esperado.  Essas impressões foram reforçadas pela minha conversa com Dagher enquanto dirigíamos pela Elizabeth Street após deixarmos o hotel. “Trabalhos em conjunto com o Andrew durante o upgrade e nos relacionamos bem”, diz ele.  “A relação que temos com o hotel e com o Andrew é fantástica, não poderia ser melhor. A equipe de TI é muito amigável também. Tudo que fazemos em relação ao TI, conversamos com eles e os informamos sobre nossos planos. Eles adoraram trabalhar com o sistema da Digifort”.

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“Eles são boas pessoas, tranquilas e os tratamos como amigos, bem como cliente”, Explica Dagher. “Nós os ajudamos como amigos, também. Se há qualquer problema, reagimos imediatamente, e estaremos aqui dentro de uma ou duas horas, não dias – essa é a nossa política. Estamos na cidade e responderemos imediatamente aos seus chamados”. Nesse meio tempo, George Maamary, diretor da SSSI, diz que o projeto e integração da solução se tornou fácil pelo fato que ele e Dagher estavam em constante comunicação com o Smith antes, durante a após a instalação. “Foi uma experiência prazerosa lidar com pessoas que entendem que um pouco de paciência é necessária para alcançar muito”, diz Maamary.  Mais importante de tudo, Smith também está feliz com o sistema no Sheraton on the Park. “É fácil de usar – não há necessidade de treinar pessoas no uso do sistema – leva somente alguns minutos para aprender”, diz ele. “A maioria das pessoas são familiares com esse tipo de interface.”

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Nosso antigo sistema era um tanto complicado.  Era uma tecnologia de cinco anos de idade e estávamos alternando entre gravadores.  Não era confiável ou fácil de usar.  Esse upgrade foi baseado no novo sistema ser fácil de usar, ter a capacidade de continuar a usar nossas câmeras e cabeamento existentes, bem como a habilidade de fazer um upgrade no futuro conforme necessário. “O custo foi outro item. Contatamos a competição e questionamos sobre custo e encontramos fornecedores que queriam que começássemos do zero ao usar seus sistemas. O custo envolvido acabou por quebrar qualquer chance de acordo. Os números não faziam sentido uma vez que teríamos que trocar um sistema inteiro quando partes do antigo ainda poderiam ser usadas. No fim das contas o sistema da Digifort preencheu todos os requerimentos que o hotel tinha em relação a um upgrade de sistema de monitoramento híbrido.”

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– Esse upgrade foi baseado no novo sistema, em ser fácil de usar, ter a capacidade de continuar a usar nossas câmeras e cabeamento existentes, bem como a habilidade de fazer um upgrade no futuro conforme necessário -.

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Digifort – É o primeiro software brasileiro para monitoramento IP, CFTV Digital e armazenamento eletrônico de imagens. Conhecido no mercado como um IP Surveillance System, o produto possui recursos, equipamentos e soluções tecnológicas avançadas para as áreas de inteligência digital, vigilância empresarial e segurança urbana. Atualmente, sua plataforma é desenvolvida continuamente no Brasil, comercializada em mais de 70 países e traduzida em vários idiomas, fazendo do software um dos melhores em avaliações do mercado internacional. Mais informações no site www.digifort.com.br.

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